segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

CONCENTRAR

A leitura é algo a ser aprendido, significa que precisamos de um ambiente que nos ajude a desenvolver e a conectar vários circuitos, e para que esses circuítos realizem esses processos básicos. E assim nosso cérebro possa processar os vários signos da linguagem escrita.

Quando ocorre o processo da leitura, ao ocorrer o entendimento de uma palavra isolada temos a ativação de uma infinidade de neurônios e assim provocam a sua transmissão para várias regiões de nosso cérebro. 
Então ao lermos, estamos desenvolvendo habilidades que motivam um conjunto de detalhes sensoriais cuidadosamente escolhidos e transmitidos pelas palavras que por sua vez são processadas por nossa capacidade de transformar os signos em imagens, e vice-versa.
Para aprendermos e compreendermos estes signos necessitamos de uma concentração e em nossos dias nesta cultura tecnológica em que as diversas formas de linguagem se interagem constantemente nos distraindo se torna o aprender a se concentração em um desafio onipresente.

"A leitura profunda sempre tem a ver com conexão: conectar aquilo que sabemos com aquilo que lemos, aquilo que lemos como aquilo que sentimos, aquilo que sentimos com aquilo que pensamos, e o modo como pensamos com o modo como vivemos nossas vidas, num mundo conectado.” (Wolf, Maryanne. O cérebro num mundo digital: os desafios da leitura na nossa era. São Paulo: Contexto, 2019. Pag. 188)



“Saber pedagógico” Disponível em:
https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/10/saber-pedagogico.html Acesso em 30 dez. 2019.

“Estímulo, reforço e controle” Disponível em:
https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/10/estimulo-reforco-e-controle.html Acesso em 30 dez. 2019.

“Aprendizagem Humana” Disponível em:
https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/10/aprendizagem.html Acesso em 30 dez. 2019.

“O Ato de Ler” Disponível em:
https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/09/o-ato-de-ler.html Acesso em 30 dez. 2019.


sábado, 28 de dezembro de 2019

PROFISSÃO EDUCADOR

       Ao refletir sobre os vários desafios que envolvem a educação, desde o rápida evolução da tecnologia e os desafios que nós educadores temos em nosso cotidiano, encontrei neste documentário situações tão reais que instigaram a compartilhar.

      "Esperando pelo Super Homem - História da Educação norte americana"

LINK

     No documentário temos várias estatísticas sobre a evolução do desenvolvimento da educação nos Estados Unidos, mas ele faz um acompanhamento da vida de 5 crianças, onde mostra as preocupações de seus país pelo futuro delas e como estas famílias procuram dentro de suas possibilidades propor as melhores escolas públicas. Ao mesmo tempo o documentário se propõem a fazer uma análise das várias dificuldades que, desde os gestores como professores, encontram para desenvolver e dar possibilidades aos seus alunos um futuro melhor. Mas o que mais marca neste documentário é que não é dentro de um colégio com seus estrondosos recursos tecnológicos irá propor evolução nos alunos, nem a infraestrutura desta escola, mas enquanto não se valorizar o profissional que atua cotidianamente dentro das salas de aula com estes alunos não teremos uma modificação no destino do país em questão. Não importa se está instituição esteja em um país desenvolvido ou subdesenvolvido, mas se seus governantes não valorizarem os profissionais que atuam com estes alunos nunca conseguiremos ir a um passo a frente no desenvolvimento econômico deste país.
      Não é propondo acesso a tecnologias de alto desenvolvimento ou até mesmo propondo cursos rápidos na educação, mas desenvolvendo este ser humano por inteiro, como ser que reflete sobre as informações coletadas e são estes profissionais da educação na suas mais diversas áreas (Pedagogos; Licenciados nas áreas das ciências humanas, naturais, matemática, das linguagens; Coordenadores; Orientadores; Gestores) que fazem com que desenvolvam habilidades nos alunos para terem a capacidade reflexiva nos mais diversos segmentos econômicos da sociedade. 
     Claro, que no momento que o individuo não tem a capacidade de reflexão sobre os acontecimentos pode acontecer que...   

     “Se perdermos gradualmente a capacidade de examinar como pensamos, perderemos também a possibilidade de examinar serenamente o que pensam aqueles que nos governariam. As maiores atrocidades do século XX exemplificam tragicamente o que acontece quando uma sociedade deixa de examinar suas próprias ações e cede seus poderes analíticos aqueles que lhe dizem como deve pensar e que deve temer.” (Wolf, Maryanne. O cérebro num mundo digital: os desafios da leitura na nossa era. São Paulo: Contexto, 2019. Pag. 232)

“Encantamento” Disponível em:
https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/01/encantamento.html Acesso em 28 dez. 2019.
“Trajetórias” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/trajetorias.html Acesso em 28 dez. 2019.
“Como as ideias surgem?” Disponível em:https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/como-as-ideias-surgem.html Acesso em 28 dez. 2019.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

ARTE CONTEMPORÂNEA


Na Arte Contemporânea temos que a obra de um artista se apresenta a partir dos olhares e signos com que cada artista se identifica em sua vivência, como este compreende a realidade e as relações externas de cada significado. Atualmente, o artista encontra um aparato de possibilidade para transcender sua arte tanto com materiais diversos, consistências como também trabalhando nas diversas linguagens, tanto nas tradicionais como a pintura e a escultura como utilizando os diversos meios tecnológicos.
A arte no transcorrer das transformações da sociedade também sofreu modificações em seus conceitos. Os artistas conforme o momento histórico apresenta preocupações sociais, políticas e econômicas que influenciam diretamente em suas produções. Na Arte Contemporânea temos que os sentimentos são as principais influências nas reflexões de cada artista, e estás são tão importantes como a concretude da obra em si. A arte no final necessita ser olhada sob o prisma de vários contextos pois ela não é estática e sim dinâmica.
Precisamos estar atentos pois nossa sociedade passa por transformações, temos desde o momento em que o homem ensaiou seus primeiros traços nas cavernas para designar ações de suas caças, convívio e religiosidade. Até o momento das transformações da Revolução industrial em que passamos a uma sociedade rural para uma urbana fazendo com que as técnicas se tornassem mais complexas e as mudanças muito mais rápidas fazendo com que conturbasse a forma como o homem vê o mundo. Já no momento atual, nos encontramos em uma aldeia global, tudo nos afeta e ao mesmo tempo nos propõem a novas reconecções com vários tipos de linguagens, em que as representações das instalações e suas territorialidades, as imagens, os textos, os materiais e os meios tecnológicos fazem com novas reflexões se apresentem.


                       



Refletindo sobre os conceitos e o real significado do que seja Arte, para os dias de hoje, está muito relacionado com os movimentos/trajetórias com os quais estejam sendo trabalhados e como iremos representar o cotidiano em sua relação com o local, regional interagindo com o global e vice-versa entretanto devemos ver quais suas representatividades para sociedade naquele momento, pois as ações, objetos e sentimentos se tornaram muito fluídos.


“O que nos impede de sermos criativos?” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2018/11/o-que-nos-impede-de-sermos-criativos.html Acesso em: 13 dez 2019.

ARTE


A arte é uma forma de representação, onde se expressa ideias, sentimentos, momento histórico, etc... Está simbologia pode ser expressa das mais diversas formas de linguagem e se utilizam das mais diversos materiais utilizando-se a criatividade.


                             



“O que nos impede de sermos criativos?” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2018/11/o-que-nos-impede-de-sermos-criativos.html Acesso em: 13 dez 2019.



    

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

EDUCADOR



Diferentemente das outras profissões, o educador trabalha com sua prática e está é refletida a partir de da referência que é a construção de saberes que foi sendo formado ao longo de sua prática pedagógica, associando também saberes teóricos necessário e percorridos pelas suas pesquisas. Então ele se diferencia, portanto, de outros por estar diretamente ligada ao sujeito/objeto em uma influência direta da construção social e de suas relações econômica, cultural e social. Então educar é um ato social como político pois conforme as ações governamentais temos as influências nas reflexões em sua prática, nestas ações que são conjuntas com os atores envolvidos desta dinâmica temos o desenvolvimento da sociedade a qual nossos governantes se propõem almejam para o futuro de um país.

Campos de atuação do pedagogo: escolas e os sistemas escolares; os movimentos sociais; as diversas mídias, incluindo o campo editorial; as áreas da saúde; as empresas; os sindicatos e outros que se fizerem necessários.
Funções a serem desenvolvidas: gestão e formulação de políticas educacionais; organização e gestão de sistemas e de unidades escolares; de projetos e experiências educacionais; de planejamento, coordenação, execução e avaliação de programas e projetos educacionais, relativos as diferentes faixas etárias (criança, jovens, adultos, terceira idade); na produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo educacional ....


"O desenvolvimento profissional envolve formação inicial e contínua articuladas a um processo de valorização identitária e profissional dos professores. Identidade que é epistemológica, ou seja, que reconhece a docência como um campo de conhecimentos específicos configurados em quatro grandes conjuntos, a saber: conteúdos das diversas áreas do saber e do ensino, ou seja, das ciências humanas e naturais, da cultura e das artes; conteúdo didático-pedagógicos (diretamente relacionados ao campo da prática profissional); conteúdos relacionados a saberes pedagógicos mais amplos (do campo teórico da prática educacional); conteúdos ligados à explicitação do sentido da existência humana (individual, sensibilidade pessoal e social). E identidade que é profissional. Ou seja, a docência constitui um campo específico de intervenção profissional na prática social - não é qualquer um que pode ser professor.”   Selma Garrido Pimenta  (grifo nosso)

“A procura de uma ressignificação” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2018/06/a-procura-de-uma-ressignificacao.html Acesso em 12 dez. 2019.
“Cidadania e Direitos Humanos” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2018/06/cidadania-e-direitos-humanos.html Acessado em 12 dez. 2019.
“Memórias” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2018/06/memorias.html Acesso em 12 dez. 2019.
PIMENTA, Selma Garrido (Org.). Pedagogia e pedagogos: caminhos e perspectivas. São Paulo: Cortez, 2011.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

LEITURA



A alfabetização é um processo, sendo que o momento a qual ela ocorre é quando o indivíduo começa a compreender a estrutura da linguagem, que é a associação dos signos à imagens. Estes signos foram desenvolvidos pelas sociedades ao longo de seus processos históricos e iniciaram com as transformações que as culturas urbanas proporcionaram.
Quando ocorre a identificação do aluno pela leitura, significa que este individuo desenvolveu a habilidade, ou seja, que dentro de nosso cérebro foram conectados vários circuitos que realizaram alguns processos com o intuito de processarem estas associações dos signos. Quando temos a leitura de uma palavra isolada ativamos uma infinidade de neurônios, que vão sendo transmitidos a várias regiões do cérebro.
Sendo assim podemos intuir que para ocorrer o desenvolvimento da leitura entre adultos e crianças existem fatores tanto internos como externos que o influenciam. Para exemplificar como causa externa podemos indicar um ambiente empobrecido sem acesso aos vários meios linguísticos e a criança não estaria em contato com estes objetos. E para as razões biológicas como colocar como a reorganização do cérebro, a formo como ocorre a percepção da linguagem como nos casos de dislexia.  
Neste sentido quando um professor se propõem a alfabetizar precisa estar atento para desenvolver estratégias que acionem a atenção de seus alunos para que estes neurônios sejam acionados. E quando identificamos uma desmotivação devemos automaticamente promover outras estratégias a fim de reconquistar a sua atenção, ou seja, mudando os questionamento, fazendo negociações, desenvolvendo atividades diferencias ...  
Então a leitura é algo a ser aprendido e que precisamos de um ambiente que nos ajude a desenvolver e a conectar vários circuitos para realizarem alguns processos e com isso nosso cérebro possa processar os vários signos da linguagem escrita associando-os com as imagens.

Como despertar o gosto pela leitura” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2015/07/como-despertar-o-gosto-pela-leitura.html Acesso em 05 dez. 2019.

O Ato de Ler” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/09/o-ato-de-ler.html Acesso em 05 dez. 2019.


quarta-feira, 27 de novembro de 2019

REFLETIR




Toda ciência tem seu lado reflexivo a fim de compreender, explicar e assim alterar seus estudos metódicos, com verificações rigorosas e precisas. Quando se faz ciência procuramos entender algo do cotidiano, que chamamos de objeto de estudo, que na sua realidade onde não iremos nos basear em suposições. 
Com esta investigação, onde aprimoraremos um processo para se reafirmar os aspectos reais de um objeto e assim nos permitirá a construção do conhecimento científico. 
Não podemos nos iludir que para compreender o verdadeiro funcionamento de uma dinâmica do cotidiano será fácil, entretanto para o seu entendimento necessitamos distinguir suas várias facetas e ao mesmo tempo intercalarmos com as diversas ciências existentes para formamos um corpo de conhecimentos adequado de nosso objeto de estudo.
Da mesma forma que o professor em seu oficio ele deve ser questionador para se tornar pesquisador, reflexivo sobre seus saberes e suas origens, nas influências da sua prática educativa e nesta sua busca constante de aperfeiçoamento promovendo com que o conhecimento também seja construído e reconstruído nas trocas de aprendizagens com seus alunos e assim aprimorando seu fazer pedagógico e é neste reconstruir e reprogramar que construo minha própria identidade. 

“Ser Docente” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/03/ser-docente.html. Acesso em 27 nov. 2019.
“COMO SE DEFINE UMA GERAÇÃO?” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/07/como-se-define-uma-geracao.html. Acesso em 27 nov. 2019.
“Processo de construção da aprendizagem” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2018/06/processo-de-construcao-da-aprendizagem_24.html Acesso em 27 nov. 2019

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

CONHECER



Estamos em um momento histórico em que as escolas, nos induzem a preparar os alunos para uma especialização de saberes e para que todas as suas ações estejam associadas em primeiro lugar ao crescimento econômico tanto individual como participantes de uma sociedade. As escolas demonstram uma contradição, apresentam vozes que intuem para o sentido de desenvolvimento do individuo e que os sentimentos que produzem é para o seu desenvolvimento pelo prazer de adquirir conhecimento, entretanto o que a sociedade mais almeja é que estes alunos se tornem mais uma peça da engrenagem que é necessária para sua movimentação em direção à questões relacionadas ao movimento econômico e ao seu sentido de poder sobre algo ou alguém. 
Atualmente não temos mais a curiosidade em como um eletrodoméstico, um carro, um brinquedo funciona, pois, se ocorrer algum problema joga-se fora, em cada novo objeto mais especializado permanece e poucos compreendem seu funcionamento. E para quem adquire essas novas máquinas modernas, que são apenas aqueles que tem um poder aquisitivo alto, não há problema nenhum pois tudo está a ser descartado se tornando muito mais fácil a vivência. Entretanto e as pessoas que não conseguem encontrar uma colocação no mercado de trabalho e não podem consumir estas novas máquinas funcionais? E para consertar essas máquinas as pessoas deverão realizar cursos especializados, somente aquele que tem algum poder aquisitivo terá espaço no mercado de trabalho, fazendo com que se torne mais restritivo o seu acesso.
A aprendizagem significativa não vem apenas de um módulo de curso, mas vem a partir de um conjunto de etapas, tanto de uma contextualização do aluno, como de um profissional especializado em educação que visualizará a realidade deste aluno e assim poderá planejar intervenções que sejam significativas a ele, propondo assim motivações necessárias para o desenvolvimento de uma ou várias habilidades.

“Educar” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2016/07/educar.html Acesso em 21 nov. 2019.
“Ver/Olhar” Disponível em: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2016/12/verolhar.html Acesso em 21 nov. 2019

terça-feira, 19 de novembro de 2019

ESCOLA


Temos escolas que tolhem a criatividade demais em que o controle ser demais seus alunos se tornam autômatos fazendo com que na sua vida profissional continuem com essa essência, sempre a espera de uma voz que os comande. Nestas escolas a criatividade não é o essencial, mas a obediência sim.
Entretanto existem instituições e profissionais que incentivam seus alunos a refletir sobre suas vidas e a desenvolver sua criatividade e assim influenciam nas suas vivências e no ritmo de suas comunidades, fazendo a diferença na construção da identidade de uma sociedade.
Mas para as escolas libertarem a criatividade e a reflexão, seus mestres também precisam entender que uma boa educação também está ligada ao seu modo de agir e pensar. Será que como docente eu compreendo que educar também significa além de ensinar, escutar, respeitar e ver as diferenças com igualdade de todas as vidas. A maior parte da aprendizagem se dá por uma intencionalidade, sua como indivíduo ou por uma instrução planejada, sempre sendo o resultado de uma motivação individual que é o aperfeiçoamento de habilidades.
Em nossa sociedade atual novos projetos educacionais devem ser oportunizados, com a proliferação do acesso aos meios tecnológicos foram disseminados as informações entretanto ainda estamos com dificuldade em associar a facilidade em acessar com o como processa-las visto que a quantidade é espantosa.


“Escolas Gaiolas ou Escolas Asas”. Disponível: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2016/11/escola-gaiolas-ou-escola-asas_27.html Acesso em: 18 nov. 2019
“Pesquisar” Disponível: https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2016/07/pesquisar.html Acesso em: 18 nov. 2019

sábado, 9 de novembro de 2019

RESSIGNIFICAR


Já se passaram nove meses desde minha última postagem neste espaço, entretanto muitas situações aconteceram para que houvesse este afastamento, principalmente por um processo de estress que me dificulta a voltar a escrever e até mesmo de fazer algumas atividades diárias. Mesmo assim foi um momento muito importante de reavaliação da trajetória ao longo do curso de Pedagogia e até mesmo quais caminhos e pesquisas quero dar prosseguimento adiante. 
Este tempo veio por me mostrar minhas limitações e principalmente a me ensinar a desenvolver uma calma e concentração interior mais profunda me fazendo mais autoconsciente. Vamos a conclusão do PEAD e a novas conquistas para 2020. 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Alfabetização


Ao reler os texto da interdisciplina de alfabetização e ver as postagens anteriores, ainda penso que muito das dificuldades encontradas pelas crianças nas escolas públicas no quesito da leitura, escrita e interpretação é muitas vezes por elas não encontrarem um ambiente em que lhes proporcionem o contato com objetos que as levem a identificar as letras desde cedo ou até mesmo a falta de alguém que as motivem com leituras em voz alta.  Sendo que essas situações se apresentam na grande maioria por dificuldades de acesso em casa e neste caso fica ao cargo da escola lhes aproximar mais, sendo que o professor alfabetizador deverá prover, ao identificar alunos com dificuldades, os momentos de leitura e o contato com a escrita com mais intensidade e com linguagens diferenciadas. A aprendizagem da leitura/escrita é gradual em que cada salto cognitivo depende da assimilação e de uma reacomodação dos esquemas internos que a criança interpreta do ensino recebido.   
Alfabetizar não é uma tarefa de apenas um professor de um determinado nível, mas sim de todos os professores em todos os níveis escolares ao longo da educação básica, e cabe a cada profissional explorar os diferentes métodos de estudo para incentivar aos alunos a cada vez mais ultrapassar seus limites. Estas ações devem ser um projeto dentro da escola onde seus profissionais que devem trabalhar em equipe, compartilhando ideias, desenvolvendo projetos, reformulando ações procurando com isso influenciar transformações nas realidades de muitos de seus alunos para um futuro melhor.  



            https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2015/12/alfabetizar-alfabetizacao.html

https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2015/08/a-pratica-i.html
Construção da escrita - Programa de Formação de Professores Alfabetizadores. Site Revista Nova Escola http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/alfabetizacao-video-profa-construcao-escrita-parte-3-545609.shtml acessado em 02/12/2015.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Escolarização


Em toda intervenção pedagógica temos um antes, durante e um depois, que podemos assim identificar como o planejamento, a aplicação e a avaliação dos processos docentes. E neste caso sem entendermos a realidade em que se encontra a comunidade escolar, a qual estamos inseridos, possivelmente não estaremos aptos a contribuirmos como profissionais da educação. 
É em nossa prática pedagógica, quando valorizamos o conhecimento do aluno e permitimos que este seja um protagonista de seu espaço, é quando identificamos as possíveis trocas entre educando/educador ou vice-versa, é nesta circulação de conhecimento que poderão surgir novas produções para que possam ocorrer mudanças nos espaços de vivências sempre no foco da qualidade de vida e da consciência de seu papel dentro da sociedade.
Para isso devemos estar em dialogo, nos comunicando, para aproximarmos o máximo nossa linguagem dentro de nosso tempo onde a tecnologia se tornou mais usual, em muitos níveis, e faz com que surja novos significados sobre os conceitos de espaço/tempo e sua relação com o meio circundante. 
Como seres humanos, somos seres sociais e históricos que estamos em constante renovação e é ao nos darmos conta desta nossa incompletude que faz nos mover a procurar constantemente mais, a procurar o entendimento das relações no mundo. Para tanto só aceitamos as rupturas do querer algo mais quando elas nos ensinam alguma coisa além, como o respeitar, o sermos diferentes e o entendermos que os outros também podem nos ensinar algo que não conhecemos e assim transporta-los para nossas ações cotidianas.
Para isso o educador atualmente deve estar disposto a aceitar-se também inacabado, sempre refletindo que na sua incompletude tem-se a esperança de se melhorar e que ao compreender o mundo, ele também interage na sua construção podendo assim transforma-lo.
O currículo também apresenta uma questão de poder, destacando entre as múltiplas possibilidades, uma identidade ou subjetividade como sendo ideal. Tendo a necessidade de se garantir o consenso, para se obter uma hegemonia. Cada um de nós apresenta um papel dentro da sociedade, entretanto todos nós somos influenciados pelos movimentos externos a nós como a cultura, as relações interpessoais, a histórica, o espaço vivencial. Nesta subjetividade é a forma como o eu se molda a partir das experiências externas, podemos exemplificar em uma sala de aula onde se apresenta uma diversidade onde todos recebem influências do professor que constantemente está a demonstra valores aos poucos esses alunos classificam e identificam para si reconfigurando o seu eu.
Ao pensar na comunidade a qual atuo encontramos uma diversidade de situações, a sala de aula é um microcosmos que representa nossa sociedade, na qual encontramos desde crianças de baixa renda em que procuram a escola como um local aonde encontrar uma alimentação ou por até mesmo morarem em moradias precária a escola se torna um local de oportunidades. Como também encontramos crianças com dificuldades de aprendizagem e alguns com problemas clínicos como autismo, hiperatividade, déficit de atenção, bipolaridade e esquizofrenia que necessitam de um olhar muito especial. Como também encontramos alunos que não apresentam nenhuma dificuldade em suas aprendizagem e tem a família constantemente presente na educação escolar de seus filhos. 
Devemos ver que nossas escolas atualmente necessitam de um olhar especifico para as demandas da realidade da comunidade e que possam garantir uma melhor qualidade de vida para nossas crianças.

Fonte:
FISCHER, Rosa Maria. Dispositivo pedagógico da mídia: formas de educar na (e pela) TV. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.28, n.1, p. 151-162, jan./jun. 2002. Texto completo disponível em:

Momo, Mariângela. “Mídia e consumo na produção da infância pós-moderna”. REU, Sorocaba, SP, v. 36, n. 1, p. 67-87, jun. 2010.


Processar informações


     A sala de aula se perfaz em um campo de inúmeras possibilidades, onde temos o construir pedagógico do professor, das políticas públicas, na administração de uma instituição e das inúmeras situações diferentes que o educador cria e das que seus educandos proporcionam. 
      E pensando nisso, que hoje com a inserção da tecnologia em nosso dia a dia, temos inúmeras possibilidades para que a educação se torne uma das mais desafiadora, sendo que temos um repertório de possibilidades muito maior a nossa disposição para usar na construção de ações que proporcionem novos desafios e assim novas respostas possam surgir transformando em aprendizagens significativas. 
      Ao conviver com os alunos das séries iniciais, em que pude observar e participar de suas interações me fez refletir e questionar constantemente sobre minha prática pedagógica, foi neste pensar que me deparei com meus limites e insucessos, mas mesmo assim tentando pensar em outras formas de ação a fim de modificar meu saber pedagógico. 
         Entretanto esta mesma tecnologia trouxe uma sociedade mais consumista, individualista, em que as mídias estão constantemente nos bombardeando com apelos comerciais em todos os veículos possíveis fazendo com que ocorram influência em nossos valores e visões de mundo também. Mesmo com toda transformação que a tecnologia veem nos trazendo a escola ainda é um espaço de encontros, de convivência, de descobertas de si e dos outros, e de possibilidades pois muitos destes alunos buscam na escola um meio de serem vistos e ouvidos sendo em muitos casos o único espaço em que possam sair do anonimato e solicitarem um auxílio ou um a compreensão de seu papel dentro da sociedade.


sábado, 2 de fevereiro de 2019

Corpo/Mente


Nós como educadores do Século XXI, devemos estar atentos pois não podemos mais olhar nossos educandos com as visões do passado, mas sim pensa-los como sujeitos formados por várias dimensões além da cognitiva. Onde este sujeito apresenta um corpo, emoção, sentimento e cognição e que experiencia em sentir, pensar, correr e agir. E tudo isso se inicia no complexo sistema que são nossos corpos/mente e se propaga nas ações envolvidas com o meio. Para isso precisamos trazer para nossas aulas não a mera transmissão de conteúdo, mas que abarque o estudo, a pesquisa as críticas, os debates e que estes tragam a vivência do educando a fim de que ele possa refletir sobre si próprio e o seu papel como um indivíduo de uma sociedade.
E assim ao revisitar os vários textos de corporeidade, as reflexões realizadas na época e em conjunto com as experiências e trocas com os alunos de meu estágio curricular, novas compreensões fui adquirindo, e como salienta Paulo Freire (1996, p. 47), “Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou a sua construção.” Em que temos que pensar que ensinar não meramente transmissão de conhecimentos, mas que somos meros mediadores de ações em que se propõem aprendizagens, atitudes, e comportamentos perante o mundo. E que todo está construção é um processo em que vai se construindo no cotidiano do nosso saber pedagógico.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2014.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Saberes


O estudo da História procura-se aproximar com outras ciências, como a antropologia ou a sociologia entre outras, a fim de se chegar a um entendimento sobre o conhecimento dos vários povos existentes e assim nos mostrando esta multiplicidade de culturas que existem de tempos e espaços diferentes, com está ação faz com que se articule ao longo do tempo um respeito mútuo entre os indivíduos.
Ao reler a postagem que realizei no Eixo IV, para a disciplina “Representação do mundo pelos Estudos Sociais” tinha se visto, em que para se fazer o estudo do conhecimento histórico necessitamos antes de mais nada de várias fontes de conhecimento, como fontes diversas e neste conjunto temos documentos, história oral, imagens, esculturas, música, ritmos, objetos ... e assim vamos nos apropriados de conhecimentos acadêmicos e os reelaborando conforme os objetivos e as intencionalidades necessárias para os anos escolares e este cuidado se torna cada vez mais cuidadoso a fim de que se possa mostrar as diferenças e semelhanças em uma sociedade, suas permanecias ou continuidade como os valores que construímos em nossa vivência em comunidade, em sociedade.
Nas séries iniciais tem-se uma preocupação maior com o entendimento do significado do conceito de identidade, propondo-se a uma análise sobre o papel de algum personagem histórico e seu momento histórico e ao mesmo tempo propondo reflexões sobre qual seria as atitudes dos indivíduos em nossa sociedade atual. E assim vamos aprendendo que a partir de nossas atitude diante de nossas vivências temos limites e possibilidades de atuação no mundo do qual estamos inseridos.

Fonte:
https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2016/10/historia-e-suas-trajetorias.html
https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2016/10/quando-trabalhamos-conceitos-referentes.html  

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Diversificar


Na fase do ensino fundamental I, temos como grande ajuda para narrar ou descrever um fato os desenhos, estes podem ser produzidos pelos alunos, pelo professor ou até mesmo pesquisados nas diversas formas como livros, internet ... não só os desenhos mas temos que procurar utilizar outras formas de linguagem como pequenos textos, tabelas, listas, materiais que se prestem para diversificar o tema ao qual o professor pretende trabalhar com uma turma.
E a partir das comparações de ambientes diferentes vistos nas paisagens em que o aluno vivencia e na comparação com outras de regiões diferentes, que o professor procura orientar o aluno a coletar informações para identificar a diversidade no meio ambiente e assim vai construindo o seu repertório de conceitos referente a cada ciência.

Fonte:
Como as ideias surgem. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/como-as-ideias-surgem.html> Acesso em 17 jan. 2019  

Trajetórias. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/trajetorias.html> Acesso em 17 jan. 2019. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Planejar


A escola é vista como um espaço privilegiado onde desenvolve-se a leitura e a escrita, sendo que em muitos casos é a partir desta que o aluno irá ter acesso ao ler e ao escrever. Entretanto temos que ter em conta que a trajetória deste educando nem sempre será bem traçada podendo apresentar alguns percalços, mas cabe a este profissional da educação, independente de qual história tem este aluno, de proporcionar aprendizagens que possibilite ao seu desenvolvimento intelectual a compreender sua posição como cidadão e como individuo participante de uma sociedade.  Em nossa sociedade em que há uma influência crescente da tecnologia no seu dia-a-dia, se faz necessário que se desenvolva um indivíduo reflexivo referente as informações aos quais é bombardeado constantemente e assim termos capacidade real de avaliar como devemos interferir em nosso meio a fim de chegarmos a uma consenso de como iremos utilizar nossos recursos.

Fonte:
Aprendizagem. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/03/projetos-de-aprendizagem.html> Acesso em 17 jan. 2019
Ser Docente. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/03/ser-docente.html> Acesso em 17 jan. 2019.
Como as ideias surgem. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/como-as-ideias-surgem.html> Acesso em 17 jan. 2019  
Trajetórias. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/trajetorias.html> Acesso em 17 jan. 2019.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

RACIOCÍNIO



Ao longo do estágio pude constatar que normalmente os alunos adoram e gostam de realizar as operações básicas, entretanto a compreensão das quatro operações fundamentais é um trabalho que se torna constante. Para que ocorra a compreensão do conhecimento lógico-matemático é necessário que alguns fatores estejam presentes para que os alunos possam construir seus esquemas cognitivos e ocorra a apropriação do conhecimento, tais como a interação social, a linguagem e a simbolismo do conhecimento. Para a formação dos conhecimentos matemáticos é necessário que ocorram experiências/aprendizagens que promovam desafios constantes a fim de que se possa interligar o conteúdo ao cotidiano.
Ao trazer problemas, situações e operações relacionados ao pensamento matemático devemos ter em conta que este processo poderá levará meses ou até anos para que o aluno desenvolva aprendizagens matemáticas. Sendo assim cabe a nós professores, promover experiencias matemáticas ao longo de sua vida escolar e nas diversas disciplinas tanto individuais como interligadas motivadoras a fim de incentivar o seu desenvolvimento em uma aprendizagem significativa. E no anos iniciais podemos influir que o ensino as noções da lógica-matemática está inserida na alfabetização dentro de todo um contexto, como podemos ver no texto de Lourenço (2012) estudado na interdisciplina no eixo 4 na interdisciplina “Representação do Mundo pela Matemática”, em que coloca que a “alfabetização matemática pode acontecer junto com o processo de leitura e escrita, uma vez que ser alfabetizado em Matemática significa “compreender o que se lê e escrever o que se compreende”.”

Fonte:
Competência Matemática Disponível em:<https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2016/11/competencia-matematica.htmlAcesso em 25 dez 2018
Multiplicação Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/multiplicacao.html> Acesso em 25 dez. 2018.