O mundo da produção e as relações que fazem o homem satisfazer suas necessidades se encontram entre duas articulações. De um lado temos o mundo da objetividade em que neste temos um objetivo naturalizado, mecanizado e determinista. E de outro lado temos um mundo subjetivo que é isolado e fragmentado que desconsidera as conexões das causalidades e das ações humanas(Antunes, 2017).
O trabalho para se tornar alienado, deve se inserir em um estranhamento, ou seja, em uma dimensão negativa. Neste caso se constituí quatro momentos respectivos que se constroem que é em um primeiro momento a de que o produto do trabalho não pertence ao seu criador, ao individuo/trabalhador que o realiza. No segundo momento quando o trabalhador não reconhece o produto do seu trabalho, no terceiro momento este mesmo trabalhador não se reconhece dentro deste processo laborativo que ele realiza e que é necessária a sua vida. E que nos leva ao quarto momento este trabalhador não se reconhecendo como individuo/engrenagem dentro do processo, não se reconhecendo como parte constituinte da produção/resultante.
Sendo assim quando Antunes (2017, p. 11) nos relaciona sobre a produção e a a construção de um trabalho alienado, em que
... a consciência é determinada pelo ser, tanto quanto o ser também é determinado pela consciência, "[...] que as circunstâncias são modificadas pelos próprios homens e o próprio educador tem de ser educado." (Marx; Engens, 2007, p. 533). É assim que se deve compreender a noção de modo de produção em Max, profundamente inter-relacional, dialética, caracterizada pelas determinações recíprocas.
e assim podemos relacionar também com nosso fazer pedagógico em que deixamos de interliga-los a uma construção em que fazemos parte, pois nosso produto se constitui dentro desta inter-relação professor/aluno e aluno/professor.
Ao refletir e relacionando com o texto de referência da disciplina (As origens da modalidade de currículo integrado de Santomé), a escola também se construiu no ponto de alienar o estudante e o professor a se inserir em um estranhamento, já que se descontextualiza totalmente, ao se fazer das disciplinas específicas e isoladas sem integra-la no todo.
Temo que pensar que em cada momento organizativo da produção necessita-se de um trabalhador/consumidor diferenciado. Antes tínhamos um sistema fordista, após taylorista agora nos inserimos em um sistema globalizante e que precisamos inserir o consumidor local no mundo globalizador e que este faz parte do contexto econômico, politico e social.
Ao refletir e relacionando com o texto de referência da disciplina (As origens da modalidade de currículo integrado de Santomé), a escola também se construiu no ponto de alienar o estudante e o professor a se inserir em um estranhamento, já que se descontextualiza totalmente, ao se fazer das disciplinas específicas e isoladas sem integra-la no todo.
Temo que pensar que em cada momento organizativo da produção necessita-se de um trabalhador/consumidor diferenciado. Antes tínhamos um sistema fordista, após taylorista agora nos inserimos em um sistema globalizante e que precisamos inserir o consumidor local no mundo globalizador e que este faz parte do contexto econômico, politico e social.

Nenhum comentário:
Postar um comentário