A experiência
da Subjetividade
Com o
Capitalismo, todas as ideias do sistema medieval entram em crise e motiva-se ao
individualismo.
“Penso logo existo.”
- a valorização da razão -> Racionalismo
- a ideia do singular que tem a experiencia da razão
-> individualismo
- a ideia de representação do mundo é algo interno
ao indivíduo -> experiência subjetiva (eu)
O
Funcionalismo
William James (1842-1910), Estados Unidos -> “O que fazem os homens” e “Por
que o fazem” -> está na consciência, que é o seu centro de preocupações e
busca a sua compreensão e funcionamento, na medida que o homem a utiliza para
adaptar-se ao meio.
O
Estruturalismo
- Edward Titchener (1867-1927), Estados Unidos; sua
preocupação também é a consciência, mas irá estuda-la em seus aspectos
estruturais, “os estados elementares da consciência como estruturas do sistema
nervoso central”
O
Associacionismo
– Edward
L. Thorndike, Estados Unidos -> formulador da primeira teoria da
aprendizagem, sendo para ele que a aprendizagem se dá através de uma associação
de ideias, onde para aprender um conteúdo mais complexo, deve-se partir de
ideias mais simples, que estariam associadas aquele conteúdo. Formulou a Lei do
Efeito, que foi importante para a Psicologia Comportamentalista, o organismo
irá emitir um comportamento a partir da associação de um efeito.
Método Científico
- Subjetividade (objeto da Psicologia) -> só pode
ser compreendida como movimento constante do ser humano em sua relação com o
mundo material e social.
- Objetividade (o conhecimento a partir de um método
científico)
Materialismo histórico e dialético
- Pressupostos materialistas -> a realidade
existe independente de nossas ideias e da razão humana existem leis na
realidade que podem ser conhecidas
- Concepção Dialética -> a contradição e sua
constante superação são a base do movimento de transformação constante da
realidade
- Concepção Histórica -> o mundo se constrói em
seu movimento e que podemos conhece-lo estudando-o exatamente em seu processo
de transformação
Racionalização: é quando procuramos respostas lógicas para afastar o
sofrimento. O ego coloca a razão a serviço do irracional e utiliza para isso o
material fornecido pela cultura ou mesmo pelo saber científico.
Então
quando eu avalio aluno, não posso taxa-lo de incapaz, devemos
sempre motiva-lo pois não podemos adivinhar quais os caminhos que ele irá
trilhar, quais as aprendizagens irá ter a
fim de tentar explicar e justificar para si mesmo uma determinada situação.
Fonte:
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14ª edição. São Paulo: Saraiva, 2008.
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