O Behavorismo
Início do Século XX, o termo Behavorismo foi
identificado pelo americano John B. Watson, Behavor como o significado de “comportamento”. Propondo assim com seus estudos um
objeto para a ciência, pois o comportamento sendo como algo a ser observado, mensurado, cujas as
experiências podem ser reproduzidas em diferentes condições e sujeitos. Certas situações
levam com que o indivíduo tenha certas ações promovidos por uma hereditariedade
e associados a hábitos (estímulos), ou seja “resposta” e “estímulo”.
Comportamento
Operante ou reflexo: são ações “não-voluntárias”,
como quando contraímos os olhos em reflexo a uma luz muito intensa, o arrepio da
pele quando recebemos um ar gelado ...
Entretanto
esses reflexos podem ser condicionados, por exemplo, ao mergulhar a mão em uma
vasilha de água gelada a temperatura caíra abruptamente caracterizando-se como
um comportamento respondente.
Mas
ao se fazer a experimentação de uma outra forma, como mergulhar a mão várias vezes em uma vasilha
de água fria só que no momento de se mergulhar a mão na vasilha tocasse uma
campainha, chegaria um momento que a mudança de temperatura estaria associada ao
som. Então a queda da temperatura é uma resposta incondicionada, enquanto a
queda da temperatura pelo som é uma resposta condicionada (aprendida).
Em
1930, Skinner inicia os estudos do comportamento
operante, são as ações empreendidas pelo organismo para interagir com o
meio, o bebê ao balbuciar, ao agarrar objetos. Suas ações são promovidas em reações do
meio, como do bebê chorar e a mãe lhe trazer o alimento, está reação lhe traz
satisfação.
Skinner identificou como leis comportamentais, representados por:
R -> S, onde R é a resposta e S (do latim stimulus) é o estimulo reforçador ou reforço.
Então
ao aprendermos matemática na escola, soma e subtração, transferimos essa
aprendizagem para várias situações de nosso cotidiano, como dar e receber o
troco. Mas para uma abordagem behaviorista esta aprendizagem se dará após o resultado de uma mudança de comportamento, onde a partir de estímulos e
recompensas iremos “condicionar” o aluno as respostas desejadas, somente em um ambiente que esteja totalmente planejado e controlado pelo professor para direcionar as ações e reações.
Fonte:
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14ª edição. São Paulo: Saraiva, 2008.
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