sábado, 16 de julho de 2016

Musicalidade

     Procurando sobre as questões sobre o glossário da aula de música, achei este vídeo bem explicativo ao longo da aula temos uma introdução sobre a Teoria Musical, sobre as diversidade de gênero musical que se encontram no Brasil. Explicação sobre os elementos do som tais como altura, intensidade, duração, timbre e dinâmica. E muito mais, as explicações são bem claras o Telecurso-Ensino Médio (Música) é do ano de 2000, o vídeo te a duração de 1 hora pois estão contidas todas as 4 aulas. 

                                    Estrutura do curso

Aula 01 - Na primeira teleaula de Música, você vai descobrir que os sons nos provocam reações. Vai aprender, também, o que são fontes sonoras e que elas podem ser naturais, humanas ou artificiais. E, por fim, vai conhecer os elementos básicos da música: ritmo, melodia e harmonia.

Aula 02 - Nesta teleaula, você vai entender os elementos do som: altura, intensidade, duração, timbre e dinâmica. Verá também que essa combinação gera diferentes expressões musicais e que essas expressões formam uma identidade cultural.

Aula 03 - Você vai aprender o que é melodia. Vai entender que a música é a expressão da cultura de um povo e ver como o texto literário complementa o texto musical. Vai compreender também que a musicalidade brasileira é formada pela síntese das identidades musicais de outros países e que isso pode ser visto na música regional brasileira.

Aula 04 - Harmonia é a combinação de duas ou mais notas musicais soando juntas. Você vai entender como é que isso funciona e vai descobrir o que são acordes e como eles são formados. Além disso, vai compreender a diferença entre monofonia e polifonia.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=OfLDXe5Ttco

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Literatura Fantástica II

Na continuidade sobre as narrativas relacionadas a literatura fantástica podemos caracteriza-las como uma aliança/oposição entre a ordem do real e do sobrenatural, então são narrativas que promovem uma certa ambiguidade entre os fenômenos que são considerados estranhos, mágicos e sobrenaturais.














TERROR 

Elementos de fantasia (Drácula), ou de ficção científica (O enigma de outro mundo)











































OUTRO GÊNERO















Procurando olhar para a literatura fantástica por que não trabalhar com nossos alunos em sala de aula, por exemplo "O senhor dos anéis" em uma aula de história sobre a idade Média? Com certeza estaríamos trazendo diversificação a nossa prática e abriríamos várias portas para a imaginação, tornando nossas aulas mais lúdicas e podendo influenciar nas transformações de realidades.


domingo, 10 de julho de 2016

Literatura Fantástica I

O gênero da literatura como fantástico foi, principalmente a partir do final do século XIX, identificado com as obras que tinham como elemento especulativos como fantasmas, seres sobrenaturais com uma narrativa misteriosas que instiga diretamente o imaginário do leitor pois trata de uma suposta realidade não convencional.
É exemplo desse estilo As Aventuras do Barão de Munchaunsen (1785), Frankenstein (1818), Drácula (1897), O coronel e o lobisomem (1964) e o grande sucesso O Senhor dos Anéis (1954-55), no qual o autor, ao mesmo tempo em que trata de aspectos como poder, ambição, guerra e morte.

Os Gênero principais são:
- Fantasia -> algo que quebra as leis da física como nós as conhecemos como magia, criaturas sobrenaturais tais como elfos e espadas. Exemplo: Cidade dos Ossos de Cassandra Clarke; A fantástica fábrica de chocolate de Roald Dahl.
- Ficção cientifica
-Terror (fantástico)

Estabeleceram um marco na história:


















                               













                                   Estão














SUBGÊNEROS:
- História alternativa
- Romance paranormal
- Cyberpunk
- Steampunk
- New weird
- Slipstream





























Obras que marcaram:
- 1984, George Orwell
- Fahrenheit 451, Ray Bradbury
- Duna, Frank Herbert
- A decadência de uma espécie, Margaret Atwood














Em 2014 posso dizer que tive uma experiência das mais significativas, foram várias atividades desde aulas de como trabalhar com sites para confecção de histórias em quadrinhos, como palestra com escritores da forma que surgem as inspirações para suas obras, sobre como os ilustradores atualmente confeccionam suas obras de arte para dar vida nas animações dos livros infantis.  Para compartilhar deixo aqui a apresentação de nosso trabalho final, que foi realizado na Feira do Livro de Porto Alegre daquele ano.

TECENDO HISTÓRIAS - Literatura Fantástica

terça-feira, 5 de julho de 2016

Coletânea de Jogos

Sites sobre diversos jogos

Para serem realizados em aula:

100 Brincadeiras, neste site se encontra várias atividades a serem realizadas em sala de aula, parque, patio e compreende diversas idades.

Para serem jogados online:

www.rachacuca.com.br/raciocinio/tangram, encontram-se coletânea de jogos de quebra-cabeça. 

O Tangram é um dos jogos neste site em que utiliza-se para exercita resolução de problemas, a partir da montagem de diferentes figuras com peças geométricas, propõem estimulo a criatividade. As peças do jogo permitem que várias figuras sejam montadas, sendo que algumas dessas figuras podem ser montadas de maneiras distintas. Desenvolve a noção de espacialidade, neste jogo se exige que as peças sejam posicionadas e rotacionadas, levando o cérebro a trabalhar as regiões responsáveis pelo reconhecimento e posicionamento de formas geométricas.

O Sudoku é outro jogo que encontramos neste site, é bem interessante pois desenvolve a lógica pois é necessário criar estratégias para completar com os números que estão faltando na tabela.  

As aventuras Max, site em que se tem um avatar e no qual tem-se a possibilidade de ultrapassar vários obstáculos, também é apresentado videos sobre as histórias em que envolvem as atividades do jogo. 


Em construção, 05/07/2016.

domingo, 3 de julho de 2016

Estágios de desenvolvimento, em relação ao jogo

O jogo -> assimilação funcional ou reprodutora -> pensamento orientado -> satisfação individual -> pseudo-atividade.
O jogo evolui para um relaxamento do esforço adaptativo e por manutenção ou exercício de atividades por prazer único de domina-las e delas extrair como que um sentimento de eficácia ou de poder.
Jogos de Exercício - > crianças de 0 a 2 anos – período sensório-motor - forma inicial de jogo – assimilação adaptativa - sucção dá lugar a exercício em seco, exercício do reflexo, o prazer de mamar, os jogos da voz – as primeiras lalações, os movimentos de cabeça e das mãos acompanhados de sorrisos de divertimento, quando a criança olha por olhar, manipula por manipular, balança as mãos e os braços. – o prazer de interagir com objeto que a criança manipula como por exemplo tocar um mobile no berço, e este se movimenta. 
A criança realiza uma imitação aparente de seus gestos e ao mesmo tempo assimila ludicamente as aprendizagens durante vários processos de reconhecimento dos gestos repetitivos. Mamar é o símbolo, seio da mãe ou o dedo polegar representa o significante e a sucção o significado e quando há a ausência do objeto e a criança evoca outro como representativo temos um ato significante. A assimilação e a acomodação nesta fase estão intrínsecas e equilibradas uma a outra para formar a inteligência.  
Jogos de Simbólicos -> crianças de 2 a 7 anos - Período pré-operatório – inicio do simbolismo coletivo, símbolos representativos imitação – acomodação – atirar pedra em poças da água, fazer esguichar a água da torneira, salta.
Jogos de Regras -> Inteligência operatório concreto – crianças de 7 até 11 anos, jogo de regras e é essencialmente social, e caracteriza-se pelo declínio evidente do simbolismo em proveito de jogos de regras – O jogo de bolas de gude, sensório-motor, olhar e lançar, jogo de repetição e de lutas canalizadas. Podendo construir modelos cartográficos com uma precisão aos mapas de países reais, confecção de planisférios e o desenho de regiões detalhadas. Os mapas do ponto de vista da geografia física começam a apresentar alterações de fronteiras, começa o interesse por História (vestuário de épocas, moveis, casas).
Acima de 11 anos – Inteligência operatória abstrata,
Jogos Individuais – Conquista do corpo (jogos motores com o próprio corpo como instrumento); conquista das coisas (jogos de destruição e jogos construtivos), jogos de interpretação (metamorfose de pessoas e coisas).
Jogos Sociais – jogos de papéis (interpretações), complementares (professores e alunos), jogos combativos

Jogos infantis
I) Jogos funcionais ou sensório motores
II) os jogos de ficção ou de ilusão
III) os jogos receptivos – ver imagens, ver imagens
IV) os jogos de construção
V) os jogos coletivos
VI) Jogos simbólicos 

Jogos de Regras – assimilação inconsciente das regras
                - Regra Motora – aparece até o segundo ano de idade, motora pré-verbal -
                - Regra coercitiva – é imitada pela criança e sentida como obrigatória e inquestionável
                - Regra racional – onze ou doze anos
Jogos conforme seu conteúdo:
Primeira categoria
- Jogos Sensoriais: jogos de experimentação, jogos de funções gerais, exemplo, assobio, gritos, telefone sem fio, cabra-cega onde o sentido da audição é essencial.
- Jogos Motores: onde temos a participação do corpo, precisa-se mais da coordenação, por exemplo, bolas e corridas (pega-pega).
- Jogos Intelectuais: desenvolve o raciocínio, imaginação e curiosidade (xadrez e Palavra cruzadas).

- Jogos Afetivos: desenvolvimento dos sentimentos ou de experiências desagradáveis, jogos de inibição, como sustentar uma posição difícil o máximo de tempo possível. 

Ao incorporar o jogo em atividades na sala de aula devemos ter o cuidado em incorporar atividades que estejam condizentes ao seu desenvolvimento cognitivo, para que estas aprendizagens proporcionem  aulas menos exaustivas e mais significativas mas sem esquecer do desenvolvimento intelectual. 

terça-feira, 7 de junho de 2016

Meu território de brincar

Conforme as leituras realizadas constatei que, quando as crianças tem contato com diversos jogos ela tem a possibilidade de ver várias realidades e assim transformando-as em novos significados. São através das brincadeiras que as crianças procuram outras que lhe proporcionem afinidades, desenvolvendo os contatos sociais e várias outras habilidades. Uma dessas habilidades é a de descentrar, ou seja, quando a criança começa a visualizar que existem outros pontos de vista, além do seu. Desenvolver o senso de responsabilidades sobre seus atos e construindo ações de autonomia como tomando decisões, fazendo escolhas e refletindo a sua realidade.

A partir destas reflexões associei a situações de minha infância, faz tempo por sinal, recordei das várias brincadeiras que participava como pega-pega, sapata, escolinha, passa-anel, vôlei, casinha, bicicleta, subir no muro e muitas outras, e como o acesso a espaços específicos para realização delas e a socialização eram bem maiores do que os encontrados atualmente. Em frente a minha casa, na qual moro desde a infância até hoje, sempre teve uma praça enorme com árvores, quadra para jogar futebol e vôlei, andar de bicicleta e muitos amigos sempre brincávamos soltos sem ter um adulto nos regrando e acompanhando e assim constantemente tramávamos várias traquinagens como tocar a campainhas das casas e sair correndo, e também brigávamos uns com os outros e resolvíamos nossas diferenças sem mediação de alguém ....
O mais comum nas brincadeiras era pega-pega, caçador, policia e ladrão, quanto maior o número, mais regras tínhamos que inventar para comportar todos, neste jogo pode-se notar o desenvolvimento na agilidade da criança, sua rapidez, a noção de equilíbrio, coordenação motora, flexibilidade. O jogo fortalece as relações sócia-afetivas, o respeito entre os colegas, explora aspectos como autocontrole, cooperação e negociações. Outro também bem conhecido é a “Sapata” mais conhecido como Amarelinha, jogo onde se que estimula a observação dos movimentos dos outros, o desempenho, equilíbrio e movimentos corporais, a memorização das sequências numéricas.
Mas o que eu mais gostava na infância era brincar de professora, achava muito divertido e já na infância me mostravam como além de meus pais outro adulto de referência, sendo que pode ser realizada tanto com amigos, como personagens invisíveis ou até mesmo com as bonecas, mas eu gostava mesmo era quando minha mãe brincava comigo e eu mostrava a ela como tinha que ler e escrever, mas fui péssima alfabetizadora com aquela idade, ela continuou não sabendo mas me ensinou técnicas de aprendizagens que levei para a idade adulta sem perceber. E fazendo uma retrospectiva esses momentos também eram realizados com minha irmã, que é 11 anos mais nova, nossa mãe também brincava tentando aprender mas na realidade reforçando conhecimentos que nos trazíamos da escola. No entanto nenhuma das duas conseguiram alfabetiza-la mas as duas quando encaminharam suas qualificações se direcionaram para o magistério, com certeza a influência desses ensinamento nos proporcionaram um direcionamento que com certeza Freud e outros pesquisadores podem explicar.


Já na fase da adolescência foi o Vôlei foi meu maior encanto, jogava todos os dias, participava de todos os eventos que havia na escola, nos fim de semana íamos ao Parque Marinha do Brasil jogar nas quadras e ainda tinha uma vizinha em que o pai havia feito uma quadra no pátio, não faltávamos a nenhum evento. O Voleibol promove o desenvolvimento da socialização, aumento da autonomia, cooperação, reflexão e da criatividade, desenvolve ainda de regras a serem seguidas, exercício do autocontrole, trabalho em equipe habilidades que iram ser importantes para a fase adulta e o mundo do trabalho. 

domingo, 29 de maio de 2016

Ser Surdo

         Qual o significado para "Ser Surdo"?
         Lendo vários textos cheguei em um primeiro momento ao conceito de que 'Ser Surdo' significa que este individuo tem suas aprendizagens a partir de experiências que sejam visuais, pois apresentam ausência de audição. Então as suas aprendizagens tem uma diferenciação e uma especificidade na qual o mundo deve-se apresentar sob forma em que as ideias tenham representações sensoriais antes de chegarem a ser abstratas.
      Há alguns anos tive a experiência de ter o contato com um colega de faculdade que era surdo, o Rodrigo, na época fique muito curiosa pois achei o movimento das mãos além de ser rápido estavam mostrando uma linguagem totalmente diferenciada a qual eu não conhecia e me fascinava. Ao longo das aulas comecei a notar que o Rodrigo não conversava com nenhum de nós apenas com o intérprete, ou melhor dizendo não era ele mas sim nós não nos aproximávamos dele. Todos se diziam muito solidários mas no momento de fazer trabalho com ele fugiam como se houvesse uma doença contagiosa, mas como sou muito curiosa e adorando os desafios foi eu que o convidei-o a fazer os trabalhos de aula comigo. 
     Nossa comunicação pessoalmente era muito difícil, mesmo com o intérprete, pois haviam vários termos técnicos da disciplina que tinham que ser construídos já que o intérprete não era especialista em Geografia, foi quando comecei a perceber um pouco das dificuldades que o surdo enfrentava e até mesmo do ouvinte que se propunha a se comunicar com eles.
    Foi a partir desta experiência que decide entrar em um curso de extensão e fiz um ano e meio de estudos em LIBRAS que para mim foi maravilhoso tive contato com uma cultura e com aprendizagens onde me mostraram que o ensinar apresenta-se em várias representações e são esses conhecimentos que continuo a levar em minha sala de aula.