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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

cinema

O Cinema é mais uma das possibilidades que podemos utilizar na sala de aula, este recurso proporciona com que as explicações se tornem mais atraente, mas isso não significa que não há necessidade de contextualização e planejamento. 
Para se utilizar um filme podemos inicialmente seleciona-lo pela temática, atualmente com a ajuda dos vários sites de busca conseguimos encontrar uma infinidade de possibilidade nos mais variados temas, como históricos, geográficos, filosóficos, sociais, ideológicos, religiosos, culturais, conceituais, psicológico.
        Apreciar um bom filme não significa que ele se identifica em uma determinada temática precisamos identificar os significados os quais ele representa como espaço, religião, cultura, política e poder que simula na sociedade e isso requer prática e conhecimento da linguagem.

       A escola só insere o cinema em seu contexto a partir do Século XX, quando os meios são disseminados com o advento dos DVDs e multimídias, este recurso não pode ser ignorado pois em muitos momentos são as exemplificações que proporcionam o entendimento sobre os conceitos de uma disciplina.
     Os planejamentos deverão ser observados, em algumas situações como o tempo e o espaço disponível, textos de apoio, debates sobre a sua temática, atividades didáticas, redação, recursos disponíveis e projetos de ação.



quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Cinema e Ensino

      O cinema para ser inserido na escola somente a partir do Século XX, quando os meios de comunicação são disseminados com o advento dos DVDs, multimídias e a Internet. Mas devemos ter alguns cuidados para inseri-lo no planejamento para se tornar como um recurso de apoio e não como matação de tempo.     


      a) Planejamento e preparação do professor
    - O filme deve apresentar um conteúdo pedagógico adequado para cada nível de aluno;
     - Um planejamento prévio de quais objetivos para à utilização do filme;
    - Deve-se observar se o filme será utilizado em sua integra ou apenas alguns trechos. 
    - Observar se existem cenas desapropriadas para a faixa etária dos alunos.
      b) Apresentação e exibição
     - Antes da exibição, deve-se informe ao grupo apenas os dados referenciais do filme (autor, duração, prêmios etc.). 
     - Deixe claro para a turma dependo do filme se representa um episódio histórico, se é ou não próximo da realidade.
      - Deve-se justificar para que fins irá ser utilizado o seu uso e ao mesmo tempo observar a reação da turma durante a exibição.
    - Durante a exibição pode-se fazer pausas para algum comentário sobre o assunto que se propõem;
     - Deixe claro que o filme na escola é um recurso didático e uma forma de conhecimento, e não mero entretenimento. 
       c) Debate do filme
      - Debater sobre a relação, filme e o conteúdo que estão sendo trabalhados em aula, ou solicitar um texto de análise.
    - Prepare um roteiro de perguntas e alerte os alunos para perceberem os conflitos, o tema e personagens. 
     - Iniciar a discussão de um assunto ainda não abordado. Lance uma questão a ser investigada. 
        d) Conclusão 

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Pesquisar

Pelas teorias da aprendizagem, quando o aluno faz as atividade relacionadas com o seu "fazer", estas se tornam significativas em contrapartida o aluno que apenas assisti aula acaba por não se diferenciar. 

Então para fazer pesquisa devemos desenvolver a autoridade do argumento, mas para desenvolve-lo primeiro temos que desbravar outras teorias para fazer as nossas. Devemos saber convencer sem vencer, e saber fundamentar sem ser dono da verdade, mesmo consolidando uma ideia devemos estar abertos as outras opiniões, pois não podemos estar fixos em nossos conceitos.
Então Ser professor pesquisador é aquele que constrói seu conhecimento, é autor de sua aprendizagem, sendo assim ele tem uma aula para dar e não reproduzir apenas.
  
Referência: Educar pela Pesquisa

Educar

      “A característica emancipatória da educação exige a pesquisa como método formativo, pela razão principal de que somente um ambiente de sujeitos gesta sujeitos.” Pedro Demo

                                                          

     A tradição que temos é que aula deve ser reprodução e que pesquisa somente se realiza na pós-graduação e nas grandes Universidades, entretanto a pesquisa deveria estar presente em nossas aulas, pois aquele que tem esta atitude cultiva tanto a consciência critica como sabe quando pode intervir em sua realidade e a compreende de forma questionadora e assim à reconstrói.


Referência: Educar pela Pesquisa

domingo, 29 de maio de 2016

Ser Surdo

         Qual o significado para "Ser Surdo"?
         Lendo vários textos cheguei em um primeiro momento ao conceito de que 'Ser Surdo' significa que este individuo tem suas aprendizagens a partir de experiências que sejam visuais, pois apresentam ausência de audição. Então as suas aprendizagens tem uma diferenciação e uma especificidade na qual o mundo deve-se apresentar sob forma em que as ideias tenham representações sensoriais antes de chegarem a ser abstratas.
      Há alguns anos tive a experiência de ter o contato com um colega de faculdade que era surdo, o Rodrigo, na época fique muito curiosa pois achei o movimento das mãos além de ser rápido estavam mostrando uma linguagem totalmente diferenciada a qual eu não conhecia e me fascinava. Ao longo das aulas comecei a notar que o Rodrigo não conversava com nenhum de nós apenas com o intérprete, ou melhor dizendo não era ele mas sim nós não nos aproximávamos dele. Todos se diziam muito solidários mas no momento de fazer trabalho com ele fugiam como se houvesse uma doença contagiosa, mas como sou muito curiosa e adorando os desafios foi eu que o convidei-o a fazer os trabalhos de aula comigo. 
     Nossa comunicação pessoalmente era muito difícil, mesmo com o intérprete, pois haviam vários termos técnicos da disciplina que tinham que ser construídos já que o intérprete não era especialista em Geografia, foi quando comecei a perceber um pouco das dificuldades que o surdo enfrentava e até mesmo do ouvinte que se propunha a se comunicar com eles.
    Foi a partir desta experiência que decide entrar em um curso de extensão e fiz um ano e meio de estudos em LIBRAS que para mim foi maravilhoso tive contato com uma cultura e com aprendizagens onde me mostraram que o ensinar apresenta-se em várias representações e são esses conhecimentos que continuo a levar em minha sala de aula.   

                              

Resposta à Tutora



        Sim, Betynha. 
       O observar contribui e muito em nossa prática pedagógica, pois sem conhecermos nossos alunos não teremos condições de saber em que ponto teremos que interferir em suas aprendizagens e quais as atitudes diferenciadas que devemos realizar. 
       Como realizo em minha prática, em todas as aulas, claro que muito me escapa pois são muitos alunos e a demanda muito grande lidando com 2 turmas de 9 ano e 5 turmas de 1ª ano de ensino médio, se torna bem cansativo. Mas não impossível várias interferências e mudanças nos meus planos de aula são realizados, novas estratégias são imprescindíveis para que ocorra uma aprendizagem eficaz. 
      Procuro primeiramente observar os alunos que são mais ativos e os mais tímidos, e tentar me aproximar e entende-los, para resolver quais as táticas mais eficazes, se incentivar a uma pesquisa, se uma explicação mais individual, se trabalhos em grupos, apresentações sobre algum tema individual para mim ou para a turma mas todas as interferências com o máximo de cuidado procurando ajuda-los a ultrapassar os desafios que são os limites que eles acham ter. 
        Para mim todos tem capacidade e a grande aprendizagem que a escola pode ensinar é se supere, não diga que não pode mas que vai tentar, pode demorar mais tente, busque seus sonhos. 
        E Betynha estar aqui escrevendo para você é minha forma de superar meus limites pois é um trabalho árduo, muitas leituras, muitas táticas e técnicas de aprendizagem foram empregadas para chegar até aqui neste estágio, mas estou superando a cada dia mais desafios e ultrapassando meus limites e é assim com esse exemplo que quero levar aos meus alunos que se eu consigo eles também podem.  
        
         

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Ser Observador

Uma das técnicas para coleta de dados é a Observação, onde utilizamos nossos sentidos, normalmente esta estratégia de pesquisa de campo é utilizada nos estudos das Ciências da Antropologia e Sociologia. Todo pesquisador que se vale desta técnica deve desenvolver algumas habilidade como ser independente, autodisciplinado, persistente, capacidade de guardar informações, inspirar confiança, ser idôneo e paciencioso.
Mas para sermos um bom observador precisamos anteriormente ter um conhecimento teórico sobre os temas a qual está observando a fim que se possam identificar os aspectos que seja mais relevante e agreguem informações importantes durante a pesquisa, para chegamos a esse ponto todas as etapas devem ter um planejamento cuidadoso e rigoroso.
Além das etapas de trabalho anteriormente descritas para se desenvolver uma pesquisa não pode esquecer-se de fazer anotações constantes procurando separar os detalhes mais relevantes. A delimitação do objeto de estudo é importantíssima para que se tenha bem definido o foco da investigação a ser feita durante o desenvolvimento e que não se tenha sobressaltos.
  Outra questão que se torna importante na observação é o quanto quem está fazendo está trabalho pode interferir nas ações a qual se está sendo analisada e o seu papel no contexto. Conforme Buford Junker, citado em Lüdke (1986), ocorre quatro variações:
- O “Participante Total” o observador não revela sua verdadeira identidade nem o propósito de suas ações e se torna um participante dentro de um grupo.
- O “Participante como observador” nesta situação não oculta suas intenções mas revela parte de suas ações.
- O “Observador como participante”, as intenções são reveladas, muitas vezes há possibilidade de acessar várias informações sobre o projeto pesquisado mas deve-se estar preparado que o grupo boicote a divulgação ao público.

- O “Observador Total” mesmo estando presente o observador não estabelece relações interpessoais com o grupo pesquisado, ou seja, não é notado ou visto.


Referências Bibliográficas:

LÜDKE, M. ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo (SP): EPU; 1986.
MARCONI, Marina de Andrade & LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de Pesquisa: planejamento e execução de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. São Paulo: Atlas, 2006

domingo, 27 de março de 2016

"Que conteúdo(s) postar? como argumentar?"


A escrita foi um dos maiores inventos que a humanidade pode produzir, pois é a partir desta combinação de símbolos que podemos expressar nossas descobertas e com a inserção da tecnologia em nosso mundo atual conseguimos difundir nossos saberes para um número maior de leitores. Entretanto para que nossas reflexões possam se sustentar devemos apresentar provas verdadeiras e consistentes em nossas argumentações.
Como o escritor Weston (2009) descreve devemos ter sempre em pensamento “O que queremos provar?”, ou seja, “Quais as provas que podemos oferecer para nossas conclusões?”. Este é um trabalho um tanto árduo, pois para defendermos nossas conclusões antes de tudo nossa pesquisa deverá ter um caráter “diplomático” já que devemos reconhecer os lados positivos e negativos do que estamos refletindo, mesmo não concordando com um dos pontos em questão.
Nossos argumentos devem ser sempre concretos, não podemos colocar questões que sejam ambíguas, se for difícil defendermos um ponto de vista então devemos começar novamente nossa pesquisa, pois nossas conclusões não serão concretas e precisas e será difícil convencer alguém sobre nossos resultados. Nosso conhecimento ou argumento para uma reflexão deve-se apresentar de uma forma linear, ou seja, em uma construção crescente apresentando seu desenvolvimento de pensamento a fim de demonstrar como chegamos aos insights.