Nós
como educadores do Século XXI, devemos estar atentos pois não podemos mais olhar
nossos educandos com as visões do passado, mas sim pensa-los como sujeitos
formados por várias dimensões além da cognitiva. Onde este sujeito apresenta um
corpo, emoção, sentimento e cognição e que experiencia em sentir, pensar, correr
e agir. E tudo isso se inicia no complexo sistema que são nossos corpos/mente e
se propaga nas ações envolvidas com o meio. Para isso precisamos trazer para
nossas aulas não a mera transmissão de conteúdo, mas que abarque o estudo, a
pesquisa as críticas, os debates e que estes tragam a vivência do educando a
fim de que ele possa refletir sobre si próprio e o seu papel como um indivíduo
de uma sociedade.
E
assim ao revisitar os vários textos de corporeidade, as reflexões realizadas na
época e em conjunto com as experiências e trocas com os alunos de meu estágio
curricular, novas compreensões fui adquirindo, e como salienta Paulo Freire (1996,
p. 47), “Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as
possibilidades para sua própria produção ou a sua construção.” Em que temos que
pensar que ensinar não meramente transmissão de conhecimentos, mas que somos
meros mediadores de ações em que se propõem aprendizagens, atitudes, e
comportamentos perante o mundo. E que todo está construção é um processo em que
vai se construindo no cotidiano do nosso saber pedagógico.
FREIRE,
P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo:
Paz e Terra, 2014.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirJaqueline,
ResponderExcluirTorna-se notório o quanto vem refletindo sobre as aprendizagens anteriores, que estas contribuem muito para sua atuação profissional e acadêmica.
Que sigas refletindo sobre a importância deste momento.
Forte abraço!
Carla
ResponderExcluirObrigado pela tua contribuição neste meu processo, suas palavras tem um grande significado.
Abraços