terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Diversificar


Na fase do ensino fundamental I, temos como grande ajuda para narrar ou descrever um fato os desenhos, estes podem ser produzidos pelos alunos, pelo professor ou até mesmo pesquisados nas diversas formas como livros, internet ... não só os desenhos mas temos que procurar utilizar outras formas de linguagem como pequenos textos, tabelas, listas, materiais que se prestem para diversificar o tema ao qual o professor pretende trabalhar com uma turma.
E a partir das comparações de ambientes diferentes vistos nas paisagens em que o aluno vivencia e na comparação com outras de regiões diferentes, que o professor procura orientar o aluno a coletar informações para identificar a diversidade no meio ambiente e assim vai construindo o seu repertório de conceitos referente a cada ciência.

Fonte:
Como as ideias surgem. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/como-as-ideias-surgem.html> Acesso em 17 jan. 2019  

Trajetórias. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/trajetorias.html> Acesso em 17 jan. 2019. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Planejar


A escola é vista como um espaço privilegiado onde desenvolve-se a leitura e a escrita, sendo que em muitos casos é a partir desta que o aluno irá ter acesso ao ler e ao escrever. Entretanto temos que ter em conta que a trajetória deste educando nem sempre será bem traçada podendo apresentar alguns percalços, mas cabe a este profissional da educação, independente de qual história tem este aluno, de proporcionar aprendizagens que possibilite ao seu desenvolvimento intelectual a compreender sua posição como cidadão e como individuo participante de uma sociedade.  Em nossa sociedade em que há uma influência crescente da tecnologia no seu dia-a-dia, se faz necessário que se desenvolva um indivíduo reflexivo referente as informações aos quais é bombardeado constantemente e assim termos capacidade real de avaliar como devemos interferir em nosso meio a fim de chegarmos a uma consenso de como iremos utilizar nossos recursos.

Fonte:
Aprendizagem. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/03/projetos-de-aprendizagem.html> Acesso em 17 jan. 2019
Ser Docente. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/03/ser-docente.html> Acesso em 17 jan. 2019.
Como as ideias surgem. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/como-as-ideias-surgem.html> Acesso em 17 jan. 2019  
Trajetórias. Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/trajetorias.html> Acesso em 17 jan. 2019.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

RACIOCÍNIO



Ao longo do estágio pude constatar que normalmente os alunos adoram e gostam de realizar as operações básicas, entretanto a compreensão das quatro operações fundamentais é um trabalho que se torna constante. Para que ocorra a compreensão do conhecimento lógico-matemático é necessário que alguns fatores estejam presentes para que os alunos possam construir seus esquemas cognitivos e ocorra a apropriação do conhecimento, tais como a interação social, a linguagem e a simbolismo do conhecimento. Para a formação dos conhecimentos matemáticos é necessário que ocorram experiências/aprendizagens que promovam desafios constantes a fim de que se possa interligar o conteúdo ao cotidiano.
Ao trazer problemas, situações e operações relacionados ao pensamento matemático devemos ter em conta que este processo poderá levará meses ou até anos para que o aluno desenvolva aprendizagens matemáticas. Sendo assim cabe a nós professores, promover experiencias matemáticas ao longo de sua vida escolar e nas diversas disciplinas tanto individuais como interligadas motivadoras a fim de incentivar o seu desenvolvimento em uma aprendizagem significativa. E no anos iniciais podemos influir que o ensino as noções da lógica-matemática está inserida na alfabetização dentro de todo um contexto, como podemos ver no texto de Lourenço (2012) estudado na interdisciplina no eixo 4 na interdisciplina “Representação do Mundo pela Matemática”, em que coloca que a “alfabetização matemática pode acontecer junto com o processo de leitura e escrita, uma vez que ser alfabetizado em Matemática significa “compreender o que se lê e escrever o que se compreende”.”

Fonte:
Competência Matemática Disponível em:<https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2016/11/competencia-matematica.htmlAcesso em 25 dez 2018
Multiplicação Disponível em: <https://jaquelineteixeiradarosa.blogspot.com/2017/02/multiplicacao.html> Acesso em 25 dez. 2018.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

O que nos impede de sermos criativos?


O que nos impede de sermos criativos são os medos de sermos diferentes da grande maioria dos indivíduos em sermos capaz de caminharmos por nossos próprios passos e ainda assim assumirmos nossos erros e incertezas. Para sermos criativos temos a vontade de que nosso mundo seja diferente e melhor, neste intuito desenvolvemos habilidades para ousar mais e assim superarmos os desafios que encontramos pela frente.
Um individuo quando se empenha a superar um determinado estigma tem em sua trajetória muita energia a ser ultrapassada e isto muitas vezes transcorre dentro de em um meio que constantemente lhe impõem medo em não ser aceito por suas ideias e ações trazendo assim uma insegurança nos passos que se deve direcionar suas energias. Conforme Asthon (2016) nos esclarece
“A parte desafiadora é que não existe momento de criação mágico. Os criadores passam quase todo o tempo perseverando, apesar da dúvida, do fracasso, do ridículo e da rejeição, até conseguirem realizar algo novo e útil. Não existem truques, atalhos ou esquemas para se tornar criativo de uma hora para outra. O processo é comum, ainda que o resultado não seja. Criar não é magia; é trabalho.”

Não existe um momento exato em que nosso ato será criativo, mas sim que o trabalho durante sua construção será árduo e perseverante, só assim desenvolveremos aptidões que serão primordiais para compreendermos o contexto tanto do todo como das partes em que se encerram em nosso ato criativo. 
Esse medo de sair da sua zona de conforto, eu vejo constantemente nos alunos com que trabalho, mas sim uma resistência a fazer parte de uma visibilidade onde suas ações estarão em uma posição de serem julgadas e cobradas. Em que todo o esforço muitas vezes não será visto, mas ao primeiro erro terá um julgamento. Mas para sairmos de nossa zona de conforto necessitamos de algo imprescindível, que é
“Pensar é encontrar um modo de chegar a um objetivo que não pode ser alcançado por meio de uma ação óbvia. Queremos realizar alguma coisa, mas não sabemos como; assim, antes de agir precisamos pensar.” (Kevin Asthon)
  
Na história da sociedade, muitos se propuseram a que todo conhecimento fosse homogêneo entretanto hoje já temos o entendimento que por mais que sejamos todos iguais, aprendemos e compreendemos as informações de formas diferentes, nossas ações em resolver uma determinada questão do cotidiano também não são iguais mas continuamos a impor um contingente de informações para que todos ajam da mesma forma e assim possamos ser moldados mais facilmente a um mesmo padrão.  
Todos nós somos criativos, nossos cérebros estão constantemente gerando pensamentos aleatórios que surgem em nossos devaneios, isto não significa que todos serão ideias de valor mas apenas que haverá uma certa intensão nela.

Fonte;
JOHNSON, Steven. De onde vêm as boas ideias. Rio de Janeiro: Zahar, 2011

terça-feira, 2 de outubro de 2018

EIXO VIII - Estágio

Neste semestre estarei iniciando minha ambientação em uma sala de aula na educação dos anos iniciais. Tenho muitas expectativas e ansiedades, por mais que esteja atuando como professora da disciplina de geografia por 6 anos, o contato com alunos menores e ainda conhecer a sua rotina que é um pouco diferente da qual estou acostumada me traz um pouco de insegurança.
Mas acredito que será um período de muitas aprendizagens, já que a professora regente da turma que irei estagiar, um quarto ano, é uma pessoa que admiro como pessoa e principalmente como profissional. Espero realmente ultrapassar mais este desafio para chegar ao final do curso.
Até o momento conseguir resolver todos os obstáculos que surgiram, espero avançar mais um pouco no aperfeiçoamento de minha prática docente.
Um bom semestre, para mim e para minhas colegas que estão trilhando o mesmo caminho.

                          Resultado de imagem para trilhar um caminho

terça-feira, 17 de julho de 2018

COMÊNICO

Comenius, educador do Século XVII, trouxe para o ensino um método que se assemelha a uma arte onde ele preconizava em que devemos ensinar "tudo a todos" e dentro deste lema é que nasce a disciplina da didática. Temos que entender como seres humanos somos seres inacabados e estamos em constante construção. 
E é na disciplina de didática que se agregam um conjunto de diferentes saberes a fim de organizarem-se por métodos para ensinar tudo a todos, sabendo que cada individuo não aprendem igualmente. 
Ao avaliamos os saberes de nossos alunos é que temos a possibilidade de desenvolvermos ações que desafiem nossos alunos.

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segunda-feira, 2 de julho de 2018

Educação de Jovens e Adultos

Na interdisciplina da EJA (Educação de Jovens e adultos) as professoras nos convidam a refletir sobre essa modalidade de ensino através do texto de Regina Hara e do vídeo do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores do MEC, foi um momento que me aproximou um pouco mais dos assuntos que tanto me interessam que é a educação popular e ao mesmo tempo compreender um pouco mais os conhecimentos e as atitudes de minha mãe que por ter de trabalhar muito cedo e de cuidar de 10 irmãos, nunca chegou próximo a escola pois como a mulher, filha mais velha tinha que trabalhar para o sustento da casa desde pequena. E aqui divido um pouco de minhas reflexões sobre uma aproximação a estes alunos tão desvalorizados em suas riquezas de saberes. 

É a partir da conscientização de que a educação é um direito de todos que devemos desenvolver ações em prol de uma prática mais inclusiva principalmente das camadas mais populares da sociedade. Para isso precisamos ver que principalmente para o segmento que se relacionam ao EJA, onde temos que ter a visão de que este sujeito está inserido nos mais diversos espaços educativo como na família, no trabalho e na escola, devemos ter um olhar diferenciado pois este aluno faz parte de uma parcela da sociedade em que não teve a possibilidade de concluir sua escolaridade e muitos destes sujeitos se integram a um universo constituído de indivíduos já adultos, alguns jovens, mulheres, idosos, portadores de necessidades especiais, donas de casa, trabalhadores informais e das mais diversas etnias. São indivíduos que já apresentam uma trajetória de vida, com experiências das mais diversas, muitas expectativas e vários saberes, na sua maioria apresentam uma insegurança que muitas vezes os desmotiva e os leva a não concluir seus estudos. 
A capacidade de o indivíduo ler e escrever, tem hoje em dia, como uma das necessidades primordial justamente para se inserir no mundo moderno, pois é a partir da utilização destes códigos que a pessoa tem a possibilidade de desenvolver sua autonomia de ir ou vir nos mais variados recantos dos espaços de sua vivência na cidade e no mundo. Não podemos esquecer que estes alunos mesmo não conhecendo estes signos e seus significados trazem consigo uma gama de experiências pessoais e profissionais que foram construídas ao longo de sua trajetória mesmo sem o conhecimento da escrita. 
Sendo assim este aluno se configura como diferente do ensino normal já que ele apresenta uma bagagem cultural muito vasta, por ele ser adulto ou adolescente e na sua maioria se encontra dentro do mercado de trabalho, entretanto suas experiências culturais se dão principalmente pelo sistema oral sendo assim é por esta linguagem que devemos começar nossas explorações, como podemos identificar no vídeo “como os adultos não-alfabetizados pensam a língua escrita Ler para aprender - EJA”, do PROFA/MEC, quando as professoras procuram incentivar os conhecimentos dos alunos através das perguntas iniciais de uma forma dialogada com o grande grupo. Em ambos os exemplos tanto da professora Rosilene como da professora Sonia foram colocadas algumas frases como referencial para que a partir das discussões com os alunos fossem mostradas suas visões de mundo e quais seriam seus maiores problemas. 
A partir das discussões em grupo foram trabalhadas diferentes formas de linguagens como o teatro, a música, trabalho com argila, enfim de uma forma lúdica, pois foi a partir deste trabalho simbólico que permitiu a esse educando trazer para a sala de aula a sua visão de mundo em que ele vivência. Podemos identificar nos vídeos que é a partir das trocas entre o educador e o educando que os saberes vão sendo construídos numa relação em que ambos vão aprendendo e construindo. 
Identifiquei ao longo dos vídeos que a construção das palavras escritas a partir do nome dos objetos que se faziam com mais significados para eles. Procurando estabelecer uma correspondência entre as letras e as sílabas orais a fim de construírem sua escrita, em uma fase inicial. Não podemos esquecer e isso é demonstrado ao longo de todos os vídeos apresentados que por mais que os alunos sejam analfabetos não significa que sejam pessoas não instruídas, todos tem saberes ligados a suas vivências e que são primordiais para transformarem em Marco Referencial nas aprendizagens. O tema gerador é o que motiva e desencadeia o processo educativo pois perpassa entre a sua dimensão política relacionando com a sua identificação semântica. 
Foi identificado conflitos em associar a letra correta ao som que estava sendo pedido na palavra e ao mesmo tempo a professora questiona ao aluno o que ele havia escrito, este não percebia que o som não correspondia a palavra. Com o andamento das aulas foram sendo construído momentos de observação a fim de o aluno avaliar toda a sua construção até aquele momento e assim perceber o seu erro de uma forma construtiva, lhe provocando situações de desafio para lhe desabilitar e gerar um conflito para que surgisse momentos de reflexão a com isso construir novas estruturas de conhecimento e dando-o autonomia para procurar suas respostas. 

Fonte: 
HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3. ed. São Paulo: CEDI, 1992. Disponível em: <https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2431996/mod_resource/content/0/Alfabetizacao_de_adultos__Regina_Hara.pdf>. Acesso em 09 jun. 2018.

Vídeo
A construção da leitura e da escrita. Disponível em:
 Parte 1: <https://www.youtube.com/watch?v=FFNxaPxsV0U&t=8s> Acesso em 09 jun. 2018
Parte 2: <https://www.youtube.com/watch?v=TJj-53u3Wdk> Acesso em 09 jun. 2018
Parte 3: <https://www.youtube.com/watch?v=UBGtdfYz7ks> Acesso em 09 jun. 2018
Parte 4: <https://www.youtube.com/watch?v=6jwXf7udfKg> Acesso em 09 jun. 2018
Parte 5: <https://www.youtube.com/watch?v=Pq9eL739mVg> Acesso em 09 jun. 2018